domingo, 31 de julho de 2011

(Dumbledore)


"Palavras são, na minha nada humilde opinião, nossa inesgotável fonte de magia. Capazes de formar grandes sofrimentos e também de remediá-los."

segunda-feira, 25 de abril de 2011

É, eu realmente lamento pela humanidade.



Mulheres Frutas. Garotas que querem ser anoréxicas. A moda de ser bissexual. Colírios. Drogas. Massacres. Abortos. Padres pedófilos. Pedófilos em geral. Garotas de treze anos que se vestem como vagabundas.Pais que matam filhos. Pessoas que maltratam crianças.Pessoas que julgam. Pessoas que não têm respeito pelas outras. Pessoas que maltratam animais. Pessoas racistas. Orgulho Colorido. Campos de concentração. Ditadura Militar. Holocausto. Apartheid. Adultério. Divórcio. Pessoas que cortam os pulsos. Padrões da sociedade que fazem garotas lindas de 14 anos se tornarem depressivas . Gente que julga sem conhecer. Garotos escrotos que dão em cima de tudo que se move. Perguntas anônimas do Formspring.Pessoas que puxam briga por qualquer assunto. Pessoas que mentem para aparecer. Fofocas. Pessoas que dizem “Ler pra quê”. Pessoas que não acreditam em Deus.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Sempre vai embora.



Inesperadamente as pessoas vão embora, sempre vão embora. Talvez essa seja a pior coisa do mundo. Ele vai embora, sempre, quando eu preciso de quinze minutos de silêncio complementar à minha entrega, odeio o desespero dele por banhos e a sua ansiedade por partir é inacreditável.

Ele vai embora, sempre, quando as suas verdades ultrapassam seus olhos, e ele olha fixamente para qualquer outra coisa que não seja eu.

Ele sempre vai embora quando eu queria que ele se perdesse um pouco, lançasse o celular no rio, desligasse todos os toques, luzes e sinais de que há todo o resto. Esquecesse do sono, do cansaço, do trabalho, das lembranças (das outras). Ele sempre vai embora do meu mundo quando eu só queria que ele descansasse um pouco ao meu lado, mas ele tem medo disso, eu sei que tem.

Enquanto ele vai embora, eu fico com essa sensação de abandono, de falta, de pouco, de metade, de nada. Mas isso não é novidade. Antes dele, teve o outro, o outro que foi embora pra sempre. Eu não sei deixar ninguém partir, eu não sei escolher, excluir, deletar. São as pessoas que resolvem me deixar, melhor assim, adoro não ser responsável por absolutamente nada, odeio o peso que uma despedida eterna causa em mim.

O outro foi embora a primeira vez porque estava bêbado demais, foi embora a segunda porque ficou tarde, foi embora a terceira porque teve medo de ficar pra sempre, foi embora durante alguns longos anos porque todo o resto do mundo precisava dele e eu era apenas uma das demandas. Ele me chamou de demanda a última vez que foi embora pra sempre, mas pra sempre pode durar duas horas, dois anos ou duas encarnações. A gente sempre se despede lembrando da música do Chico que diz “o amor não tem pressa, ele sabe esperar em silêncio”.

Teve alguém que sempre ia embora na espera de que existisse algo melhor do que eu, mas não ia definitivamente achar porque não é todo dia que aparece alguém melhor do que eu. Um dia apareceu, ela até que é bonita e tal, não parece tão confusa e intensa e talvez mediocridade seja tudo de que uma pessoa precise para ser feliz. Mas a última vez que ele foi embora, antes me deu um abraço de quem nunca saiu do mesmo lugar. O abraço, e o seu olhar de quem não sabe direito porque vai embora ficaram pra sempre comigo.

Hoje meu novo amigo foi embora, não sei se pra sempre, mas um segundo pode ser pra sempre. Nunca se sabe o que ele pode topar na próxima rua; A única pessoa que me passou essa confiança todinha, de que nunca iria me deixar eu o larguei, pois sabia que não era boa o bastante pra ele. Fazia tempo que alguém não ficava tão calado enquanto eu apenas existo, fazia tempo que alguém não ficava tão perdido só porque me encontrou, fazia tempo que eu não me olhava no espelho e sorria, sabendo que sim, sim, sim, sou bonita ora bolas! Sou interessante! Da onde eu tinha tirado o contrário nos últimos meses?

Inesperadamente as pessoas chegam, sempre chegam. Talvez essa seja a melhor coisa do mundo...

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Retrospectiva 2010



Ano acabando, hora de repensar as coisas que fiz durante este, julgando as corretas pra seguir fazendo, e eliminar as erradas ;x
Tarefa difícil, não impossível.

As minhas crises de identidade mais sérias sempre chegam no mês de dezembro é incrível isso, bate uma angustia, uma aflição, acho que seja a coisa mais errada que guardo em mim, e desde sempre foi assim. Eu releio emails antigos (na época do colegial eu iria reler as cartas rsrs.). Revejo as fotos tiradas durante todo o ano, tento lembrar de todas as coisas que me deixaram triste, as que me causaram alegria
acabam surgindo também, óbvio.

É como se fosse uma faxina na alma, vasculhando as coisas boas pra levar adiante, e deixar o lixo no ano que tá ficando pra traz, não vou dizer com isso que consigo deixar as mágoas que surgiram, uma cicatriz sempre lembrará uma ferida antiga.
Vou dividir um pouco com os que passam por aqui dos meus fatos mais históricos de 2010, que me perdoem os que não forem citados, mais algumas pessoas são importantes mesmo que nem sempre estejam sendo lembradas.

Comecei o ano na minha terra natal, Tupanatinga-PE, festas, amigos de tempos. Depois lá pras bandas de fevereiro veio aquele namoradinho incrível, carinhoso, cuidadoso, altamente ciumento, o tempo fez questão de deixá-lo na história como uma pessoa especial; acusamos a distância de nos afastar e acabar o namoro, é normal sempre colocarmos a culpa em alguma coisa pra não assumirmos tudo sozinhos.

Ai veio Sâmela aquela pessoal altamente compreensiva que desde o primeiro momento que nos conhecemos (domingo de carnaval), tem me apoiado muitíssimo, começou guardando um segredo meu macabro. Ela sempre foi e será minha pricunhada preferida. Caruaru só faz sentido por ela (e pelos gatinhos né, devo ser sincera, kkkkk). Enfim, essa sim foi um dos maiores presentes do ano, se não o maior.

Luta constante na universidade, meses de sufoco mesmo, noites sem dormir, por vezes até caminho ao lado de uma quase depressão (o que nunca é nenhuma novidade pra mim, peço muito a Deus proteção, sou muito dramática, transformo pequenos problemas em grandes conflitos, sofro com coisas fúteis, com TRAIÇÕES de pessoas fracas assim por dizer). E uma doença seria conseqüência da atenção dobrada que dou a essas coisas sem muito fundamento. Mas, contudo sempre supero, e ei de continuar me mantendo forte assim.

Vivi o melhor São João de todos esses anos, eu nunca tinha me divertido tanto como no pátio do forró, melhor dizendo na CAPITÁL DO FORRÓ – MINHA CARUARU. Recordo bem o dia 17 de Junho. Surge um sentimento especial, contudo momentâneo, e que de tantos momentos passou a ser mais constante, ainda trago comigo pra não perder o costume, eis Jan Carlos.

Passei o ano inteiro com saudade de meu pai, pra piorar meu irmão foi embora morar com ele, mas vai voltar em menos de dez dias, e isso tem me alegrado bastante.
Dos conflitos com freqüência que tive com minha mãe, restam apenas os arrependimentos, eu a amo tanto e somos tão parecidas na essência que sempre estamos em atrito. Hoje aceito mais suas coisas, mesmo sabendo que ela como mãe, as vezes também está errada. Somos amigas e isso é incrível.

Ultimamente venho sentindo um medo grande, receio que perdi a prática de gostar das pessoas cujas me relaciono, seja lá como for, inclusive e principalmente os amigos (as). Isso tudo é proveniente das decepções durante esse ano que não foram poucas, não confio mais nas pessoas, sei que estou sendo generalista salvo raras exceções que eu confio até minha vida. Impressionante basta o primeiro vacilo de alguém que eu to logo mandando pro espaço, antigamente eu ainda sondava os porquês, sempre me atribuía uma parcela significativa de culpa, mais hoje em dia, se sujou cai fora.

Um sentimento muito presente em minha rotina é a saudade, de pessoas, coisas, lugares [...]
Não quero com isso falar que sinto saudades de minha cidade de origem, pois não sinto. De lá queria mesmo algumas pessoas, umas poucas, porém significativas.
Fámilia, amigos mais próximos. Júnior Lima, esse faz uma falta, é engraçado, quando queremos definir as pessoas mais marcantes não surgem palavras, e até vem algumas só que repetitivas, não me expressariam bem.
Há mais algumas pessoas, contudo seria sem nexo citá-las por aqui, mesmo em um lugar 'meu'. Pessoas cujos nomes causaram impacto até mesmo na reputação. Não que sejam do mal, mas que aos olhos do mundo não te fizeram bem, e de fato.

Não poderia deixar de falar do senhor LeandroBrandão que se achegou tão de mansinho e hoje ocupa um espaço imenso no meu coração, infelizmente a distância maltrata nossos dias. E nem mesmo assim ele manera no ciumes, tais doido, é imoral sentir ciume até mesmo quando a pessoa vai beber água e demora a responder no msn.

Com tantas graças não posso eu deixar de agradecer a Deus sua tamanha generosidade comigo, podia ter colocado mais um milhão de pessoas e coisas na minha vida, mais foi super seleto deixando ao meu alcance o que havia de melhor, os sentimentos sinceros, os que duram mais que instantes, e seguem com agente no tempo, mesmo que seja na lembrança, o que temos de mais sagrado...

Uma lição incrível desse ano. A duras penas, demorou muito, mas eu aprendi. Foi que amor bom, é amor próprio. Melhor que ser controlada, é saber manipular. Aprenda a argumentar e nunca mais precisará ter razão!


Ps. Desculpa os que não foram citados, criei esse texto com coisas vindas do coração, e até lembrei de outras pessoas, mas eu não iria sujar minha escrita falando de sentimentos que vem da boca pra fora, e de pessoas que falharam comigo. Não vejo muita diferença em pessoas boas e ruins, acredito mesmo é no BEM e sei que há pessoas fracas demais para praticá-lo.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Um encontro, em um lugar qualquer.


Por muitas vezes chego a acreditar que não existe destino. Que as coisas acontecem por puro acaso e por que tem que acontecer. É daí que vêm os encontros casuais, mas em determinadas situações eu coloco a prova meus conceitos, como no caso de com tantos lugares e opções para sairmos numa terça-feira de uma cidade agitada, nos encontrarmos em um barzinho de uma esquina qualquer, depois do dia anterior juntos, acompanhados de outras pessoas, quando na verdade deveríamos estar juntos. Ou pra ser sincera nunca deveríamos ter estado juntos!
É a famosa saia justa, eu me sinto estranha em não conseguir desprezar o que estou sentindo agora. Nem o que passei no determinado momento, pude notar que não foi algo agradável para nenhum dos lados, só não imaginava que seria tão constrangedor.
Eu nunca sei definir o que estou sentindo, ás vezes é ódio, outras é amor, na maioria é uma mistura de ambos. Agora é mistério, é estranho, é desejar está vivenciando uma mentira, e ter certeza que é verdade.
Ando meio desligada, passei um dia nostálgico, mais amanhã, ah amanhã. Eu saberei como devo agir.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

É ótimo está de bem com a vida.

Com o tempo agente para de reclamar que tudo tem dado errado e começa a aceitar que as coisas mais simples, podem sim ser as mais belas. Como observar o vôo errático de uma borboleta, ou quando as sentimos na barriga (é uma sensação indescritível).
E quando somos tomados por um abraço apertado e sincero? É como mágica, se sentir pequena nos braços de alguém.
E aquele telefone que toca no meio de uma tarde qualquer dando todo sentido a nossa vida, com uma voz suave quase sussurrada dizendo que sente saudades e deseja te ver;
Eu não acredito que já exista definição pra o que sinto quando isso acontece.
Hoje eu percebo que todos os sentimentos que eu cultivo desde criança, inclusive os maus, fazem toda diferença, hoje que estou me tornando adulta. Ou tentando!
Me critiquem se eu estiver errada, (mas que suas críticas sejam construtivas eu ando sem paciência pra bobagens).
É ótimo está de bem com a vida!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Esse tipinho de gente.

Acredito que todo mundo uma vez na vida já teve uma amiga invejosa, ou que quisesse puxar seu tapete, ou que desse em cima do seu namorado. Ou que, simplesmente fosse uma pessoa que se dizia sua amiga mas não era. Ou aquela “amiga” que parecia um corvo de filme de terror e tudo que você contasse pra ela dava errado. Já teve uma amiga assim? Então você sabe do que eu estou falando.

E esse tipo de gente, não sei. Parece que esse tipo de pessoa atrai coisa ruim. Atrai doença, desastre, acidente. E elas espalham o mau agouro por onde vão. As coisas vão dando errado pro resto da família. Como um dominó que vai derrubando um por um em seguida.

Esse tipo de gente negativa geralmente faz amizades por motivos diferentes dos nossos. Não, elas não querem a nossa companhia. Não precisam dos nossos conselhos. Elas simplesmente precisam da gente. Precisam da gente pra ouvir seus lamúrios e reclamar da vida. E o pior: elas querem te ver reclamar. Não, elas não agüentam te ver feliz. Não, elas não admitem que nada dê certo na sua vida. Sim, elas vão sempre ver o lado negativo de tudo – absolutamente tudo – que você comentar que vai fazer. Elas estão sempre te dando conselhos pra te fuder e te ver no fundo do poço (mas na hora que você está precisando de conselho, você não consegue perceber isso).

Esse tipo de gente adora te ouvir. São capazes de te ouvir por horas se você quer reclamar ou lamentar a vida. Vão te ouvir eternamente se você quer falar mal dos homens, ou do quanto sua vida anda ferrada ou do tanto que você se deu mal na faculdade. Ou simplesmente falar mal de algo ou de alguém. Mas não ouse falar do tanto que tem se dado bem, que sua amiga nova é legal ou que seu namorado é bacana. Você vai ouvir um “que bom” ou simplesmente um pitaco errado. Um palpite sobre algo, mesmo que elas não façam a mínima idéia do que estão falando. Sim, elas entendem de todos os temas do universo. E sempre acham um defeito em tudo. Tu-do. Essas pessoas têm uma lente de aumento que funcionam só pras coisas ruins. Um amplificador de desgraças.

De gente assim, já deu pra mim. Cansei de compartilhar a infelicidade alheia, até mesmo quando a infelicidade nem existia. Cansei de ver o alheio querendo refletir sua infelicidade em mim. Cansei de ouvir que “não vai dar certo”, que “você não está bem”, que “não é pra você”. Essas pessoas são suas melhores amigas quando você está na lama. Conhecem, de cor, uma lista de remédios pra depressão e vão falar que você precisa de pelo menos uns três desses. Mas elas não querem resolver o seu problema, não suportariam te ver feliz. Elas só precisam de companhia pro problema delas.

Por mim que essa pessoas morram. Eu to muito bem, e muito feliz obrigado sem a presença delas :)